“Quando aqui cheguei, tudo era nada. Venho carpindo, plantando, regando. Já temos bits em escrita, imagens e sons. Onde chegaremos, quando chegaremos? Nunca chegaremos. O caminho seguirá em frente, mesmo quando não fizermos mais parte dele.”
Edson Brasil de Castro é poeta, compositor e escritor brasileiro. Suas palavras nascem do olhar sensível sobre o mundo, da infância como território fértil de transformação e da crença profunda no poder da literatura como ferramenta de inclusão.
Natural de Betim/MG, Edson construiu uma carreira marcada pela pluralidade: escreve para crianças, jovens e adultos, tocando temas como afeto, identidade, diversidade e alma.
📚 Autor de obras que tocam corações
Entre suas publicações mais conhecidas estão:
Eu conheço sua alma
Victor – E as crianças que não eram amadas
Na Rota dos Contos
Agueiro
O Conto da Libélula
Porã e o macaquinho Zeca (lançado na Bologna Children’s Book Fair 2025)
A coleção infantil Porã e a Turminha do T tem ganhado destaque em contextos educacionais, terapêuticos e eventos literários, promovendo inclusão com delicadeza e verdade.
🏆 Reconhecimentos e prêmios
Edson acumula importantes premiações nacionais e internacionais:
🥇 Medalha de Honra ao Mérito Florbela Espanca – Portugal
🥇 Comenda Evita Perón – Argentina
🏅 Troféu Fernando Pessoa de Inovação – 2024
🏅 Prêmio 100 Melhores Poetas da Língua Portuguesa
📜 Diploma Melhores Poetas de Paraty – 2024
🏆 Premio di Letteratura e Arte Italiana (com “Porã e o macaquinho Zeca”)
🏆 Premio Libro Altamente Raccomandato – Itália
🎓 Participações e instituições
Vice-presidente da ABEL – Academia Boituvense de Letras
Membro da ABARS, ALAG, AMBA, NAISLA
Integrante do Conselho de Patrimônio Cultural de Betim/MG
Presença na 27ª Bienal do Livro de São Paulo e FLIP Paraty 2024
💡 Missão literária
Edson acredita que a literatura pode educar sem punir, incluir sem rotular e inspirar sem ferir. Seus livros convidam à empatia, à escuta e ao despertar emocional — sejam os leitores crianças em formação ou adultos em reconstrução.
A orquídea sou eu A orquídea sou eu. Há àqueles que a chamam de parasita Outros sabem que se trata de uma epífita Nada rouba, Não sufoca, Nenhum mal espalha. Apenas se sustenta no suporte em que...
O poder, quando destituído de ética, transforma-se em um monstro insaciável, pronto a devorar a dignidade dos que deveriam ser seus beneficiários. O Estado brasileiro, em sua sede desenfreada por ...